RELATO 26 - BRINCADEIRA DE ERÊ

Autor: Pablo de Salamanca

       

Segunda-feira, dia 9 de maio de 2016! Pela manhã, firmei as Almas e salvei o Sr. Obaluaê. O sol subia no céu e a temperatura estava agradável no outono carioca.

Então, sem a menor suspeita prévia, recebi a visita de espírito amigo, antigo conhecido nas minhas atividades psicográficas, que se apresenta como criança espiritual. E ele, sem qualquer parcimônia, começou a recitar uma poesia, que expresso a seguir.


Brincadeira de erê

É facho de esperança!

Retorna a vontade de viver,

 Na conversa com as crianças.

 

 Brincadeira de erê,

Nas giras de Umbanda,

É força para vencer,

Superando as demandas.

 

Brincadeira de erê

É viagem à infância.

 Só sabe quem vem pra ver

E não fica à distância.

 

Brincadeira de erê

É vitória e bonança.

Se esquece o sofrer.

É sorriso que não cansa.

 

Brincadeira de erê

É cura que se alcança.

Não há o que temer.

A doença se espanta!

 

Brincadeira de erê

Não é encher a pança!

É alegria e não esmorecer.

É renovação que encanta.

 

Brincadeira de erê

É força que se lança,

Em rodopios de bela dança,

Na direção de Aruanda.

 

 Quando terminei de escrever a poesia que o espírito “Poetinha” recitou, não me surpreendi com o seu teor. Embora Poetinha tivesse me passado conteúdos universais nos livros que me ditou no passado, sempre soube que esta entidade também labutava na Corrente Astral de Umbanda. Agradeci ao companheiro espiritual e me pus a sua disposição, se quisesse voltar para trazer poesias sobre o Umbandismo.

Fechando este relato, apenas para registro, psicografei o espírito Poetinha nos livros “Sabedoria em versos” (2001), “Vidas em versos” (2005) e “Sonetos para refletir” (2011). Gratidão sempre, Poetinha! Salve os erês e todas as crianças de Umbanda! Oni Ibejada!

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