RELATO 18 - CONFIRMAÇÃO DE EXPERIÊNCIA

Autor: Pablo de Salamanca

30 de janeiro de 2012

A experiência que relato, em seguida, ocorreu em quatro de fevereiro de 2002, constando no livro “Experiências extrafísicas II”, com download gratuito aqui neste site.

Era um domingo e deitei-me cansado, próximo à meia-noite. Adormeci rápida e profundamente, despertando às 4:00 h da madrugada do dia seguinte. Bebi água e tornei a deitar-me, mas passei a dormir pessimamente. Eu projetava-me para a casa de uma amiga, mas logo voltava para o corpo, acordando, para voltar a projetar-me, num ciclo que se repetiu diversas vezes, até de manhã.

O que de fato percebia, cada vez que me projetava involuntariamente, é que eu chegava na casa da minha amiga, no quarto dela, onde estava seu filho, que tentava dormir com ela. Ali eu me aconchegava, num canto do quarto ao nível do chão, para adormecer também. Eu estava cansado e sonolento, mesmo estando projetado. Eu só pensava em dormir e nem questionava o que estava fazendo ali. Contudo, cada vez que tentávamos iniciar o sono, o rapaz erguia-se de supetão e começava a falar coisas sem nexo (por exemplo, parecia estar contando piadas), despertando a todos no recinto. Cada vez que ele fazia isso, eu retornava bruscamente ao corpo material, acordando brevemente, para tornar a dormir e me projetar para lá novamente. Isto terminou às 08:00 h da manhã, quando resolvi levantar-me de vez. Não é preciso salientar, que eu estava muito cansado com aquela noite mal dormida.

Mais tarde, liguei para a minha amiga e ela me informou que no meio da madrugada o seu filho, um jovem de 20 anos à época, lhe pedira ajuda, já que estava com uma febre alta. Ela deu-lhe um remédio antifebril e chamou-o para dormir no seu próprio quarto. Então o jovem, uma vez acomodado no quarto dela, passou a delirar por grande parte da madrugada até quase pela manhã, falando, com frequência, coisas sem sentido. Esta situação foi o que presenciei, cada vez que eu me projetava para o ambiente onde eles estavam. Embora estivesse no Astral com um grau de lucidez inadequado, pude captar o contexto geral da situação, apesar de eu não ter compreendido que o rapaz estava doente.

Destaco o fato de eu ter me projetado, involuntariamente, por diversas vezes para lá. Creio que isto possa ter acontecido por dois motivos. Um deles é que, já naquela época, eu tinha fortes laços de amizade com a família citada, estando acostumado a passar muitos finais de semana junto a eles. Neste caso, posso ter me dirigido inconscientemente para lá, devido ao magnetismo criado entre nós. Por outro lado, posso ter sido levado por algum amparador para aquele recinto, naquelas circunstâncias, de modo a contribuir energeticamente para a recuperação do jovem. Por fim ressalto que, embora esta sequência de projeções tenha sido na semiconsciência, foi possível confirmá-la após considerar o que ocorreu no Plano Físico, no mesmo período em que eu me projetava.

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