RELATO 12 - VISITA A PARENTES DESENCARNADOS

Autor: Pablo de Salamanca

11 de junho de 2010

Esta experiência extrafísica ocorreu em dez de julho de 2002, e apresenta alguns aspectos interessantes.

O ponto a partir do qual pude rememorar esta experiência, foi o momento em que eu estava como meu pai (desencarnado há cerca de três anos, à época), que me conduzia à residência astral de um tio-avô e uma tia-avó, que haviam partido para o Mundo Espiritual, há mais de 20 anos. Meu pai estava sorridente, e eu com uma expectativa boa de rever a “tia Nina” e o “tio Geninho”. Eu guardava uma feliz recordação de infância de ambos, pois quando eu os ia visitar, sempre tratavam-me muito bem, e ainda costumavam me dar brinquedos de presente... Agora, após longo período, na minha fase adulta e como projetor consciente, poderia reencontrá-los no Astral.

Depois de breve tempo, eu e meu pai chegamos a um amplo e belo sobrado, que continha muitas flores em jardineiras nas fachadas. Entrando na casa, reencontrei-me primeiramente com a tia Nina, que apresentava-se bastante remoçada. Elogiei suas flores e plantas, que, para meu espanto, estavam também em áreas internas sem a devida luminosidade para uma adequada sustentação. Sobre esta minha observação, ela sorriu e redarguiu que as plantas estavam bem, em decorrência de haver ali um jardineiro muito bom. Foi quando apareceu, vindo de um outro cômodo da casa, o tio Geninho, que também estava com aparência muito mais jovem. Fiquei feliz com a chegada daquele espírito amigo, e dei-me conta da gafe que eu cometera, raciocinando sobre as plantas dali, com uma mentalidade tipicamente terrena. É claro que no Astral, as condições são outras...

Meu pai estava o tempo todo muito sorridente e feliz, por ter conseguido me levar até ali, para rever aquelas pessoas com quem tínhamos agradáveis vínculos emocionais. Ainda consigo lembrar que a tia Nina falou alegremente de seus filhos, que não estavam ali. Eu não sabia bem como agir, depois do longo tempo sem ter contato com aquelas consciências amigas, mas, de qualquer forma, eu estava relativamente à vontade e satisfeito de estar lá. Sei que ocorreram outros pormenores de nosso reencontro, mas não pude trazer tudo para a memória terrena.

Despertei na minha cama, com um sentimento de alegria pela experiência, e logo fui registrar em papel o ocorrido. No entanto, agora, creio ser relevante alertar que estes reencontros com parentes desencarnados não devem ser forçados por nós viajantes astrais, sobretudo quando predominam no projetor sentimentos de perda, tristeza ou saudades extremas. Isto pode permitir que entidades inamistosas usem este estado emocional para enganar, plasmando a forma dos parentes falecidos, para roubarem energia dos projetores (“vampirismo astral”). O reencontro com parentes desencarnados, quando se dá de forma espontânea, e sob um “clima emocional” mais brando e saudável, tende a transcorrer de maneira mais segura e produtiva.

Retirado do livro “Experiências Extrafísicas II”,
disponível para download gratuito, neste site.

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