RELATO 1 - HOSPITAL ESPIRITUAL

Autor: Rosa Vilhenna

08 de março de 2006

Esta projeção ocorreu em setembro de 2003. Estávamos eu e o Marcel (ambos pertencemos a um grupo espírita, o C.E.F.J) fazendo uma visita a um local, guiados por um rapaz o qual não reconheci (provavelmente um amparador). O rapaz explicou tratar-se de um hospital de recuperação de espíritos com graves comprometimentos, os quais apresentavam deformidades acentuadas em seus perispíritos e intensas dificuldades mentais. Naquele setor, estava instalado um dos programas de terapia ocupacional, que consistia no cultivo de plantas que seriam posteriormente utilizadas nos jardins de outros hospitais e colônias espirituais. Ele expôs que, através da realização de uma atividade simples como esta, os internos conseguiam, não só melhorar sua coordenação motora, auxiliando os tratamentos de reconstrução perispiritual a que eram periodicamente submetidos, como também aprimorar sua capacidade de raciocínio, tão prejudicada.

Encontrávamo-nos no setor de cultivo de cactos. Era como se fosse uma enorme estufa, com corredores entre os canteiros de altura aproximada de 1,20 m. Cada grupo de canteiros tinha uma espécie diferente de cacto em variados estágios de desenvolvimento. Eram cactos lindíssimos, com cores e formas totalmente diferentes daquelas que já vi aqui no plano físico.

O ambiente era bem claro e tinha no ar um perfume suave, sendo assim, muito agradável. Havia muitos pacientes cuidando dos cactos, mexendo na terra, adubando, trocando os já adultos do canteiro para vasos individuais, para serem levados aos locais de destino. Havia também alguns rapazes supervisionando o trabalho, orientando, ajudando, enfim, coordenando as atividades do local.

Os pacientes apresentavam deformidades perispirituais múltiplas, algumas bastante incapacitantes como atrofia de membros e alterações da coluna vertebral, além de diversas anomalias da caixa craniana. Todos exibiam na pele uma coloração plúmbea. Seus rostos eram totalmente inexpressivos. Não demonstravam alegria, tristeza ou qualquer outra emoção. Realizavam suas atividades com todo o esmero que as suas condições permitiam. Tive a impressão de que seus pensamentos seguiam uma linha muito primária. Eu conseguia acessar algumas de suas imagens mentais, e elas giravam exclusivamente em torno daquilo que estavam fazendo no momento. Não pude captar nenhum raciocínio mais elaborado.

Enquanto observávamos as atividades, chegou, também para conhecer o local, o Reinaldo (outro integrante do grupo espírita C.E.F.J.). Ele ficou encantado com tudo que viu e disse: precisamos mostrar isto para o Prof. Nelson (dirigente dos trabalhos no C.E.F.J.)! Ele vai gostar muito. Em seguida, retornei ao plano físico, despertando no corpo.


COMENTÁRIOS EXPLICATIVOS

                É interessante destacar que este relato demonstra uma ótima lucidez da projetora, dada a quantidade de detalhes apontados. A narrativa não apresenta lapsos de memória e há uma sequência lógica do início ao fim. É relevante assinalar também, que esta é uma típica projeção com finalidade de aprendizagem dos projetores, onde há a oportunidade de se observar in loco as atividades exercidas no Mundo Extrafísico.

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